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Arquitetura, EcoTecnologia, Meio Ambiente, Tecnologia

Projeto pretende construir arranha-céu submerso autosustentável


EcoTecnologia

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Já pensou em se hospedar em um arranha-céu submerso? Pode parecer estranho, mas o protótipo já existe e pretende construir uma estrutura do tamanho do Empire State Building abaixo do nível do mar. O Gyre será abastecido por energias renováveis e servirá de abrigo para cientistas e pessoas interessadas em conhecer mais de perto os mistérios dos oceanos.

O projeto é de autoria da Zigloo e pretende unir pesquisadores e turistas sem agredir o frágil ecossistema marinho e sem gerar nenhuma emissão de carbono. Construído “de cabeça para baixo”, o arranha-céu terá 400 metros de profundidade e espaço para quartos, laboratórios, lojas, restaurantes, jardins e áreas de recreação.

A torre submersa terá um casco duplo, coberto por vidro reforçado e será formada por uma sobreposição de anéis concêntricos com tamanhos entre 600 e 30 mil metros quadrados, resultando em uma área total de cerca de 210 mil metros quadrados – tamanho relativo a 40 campos de futebol.

O Gyre será totalmente abastecido por energias renováveis graças a um sistema integrado que une vento, sol e correntes marítimas. Além de uma série de turbinas eólicas verticais, uma matriz de células solares irá reforçar o abastecimento de energia do prédio.

Barcas subaquáticas irão funcionar tanto como captadores de energia maremotriz quanto como propulsores para serem utilizados quando o Gyre precisar se movimentar. A água da chuva também será captada e bacias de armazenamentos de água doce estarão dispostas na porção mais profunda da estrutura.

Via EcoDesenvolvimento.org

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Discussão

Um comentário sobre “Projeto pretende construir arranha-céu submerso autosustentável

  1. Não entendo bem estes projetos, se dizem autosustentáveis, no entanto, a sua produção é caríssima e utiliza muito mais matéria-prima que outros projetos mais simplórios. Talvez ele seja realmente sustentável quando estiver pronto, porém imagine quanto CO2 não foi emitido para sua construção. Pode-se argumentar que outros empreendimentos também emitiriam, concordo, porém garanto que em escala muito menor.

    Publicado por Fernando | 18/02/2010, 7:50

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