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Os seres humanos são produtores: são o que produzem e são como produzem. A produção das condições materiais e intelectuais da existência não são escolhidas livremente pelos seres humanos, mas estão dadas objetivamente, independentemente de nossa vontade. Eis porque Marx diz que os homens fazem sua própria História, mas não a fazem em condições escolhidas por eles. São historicamente determinadas pelas condições em que produzem suas vidas.
Marilena Chauí
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Uma imagem raríssima da primeira viagem ao Pólo Sul foi divulgada pelo historiador norueguês Harald Ostgaard Lund. A fotografia datada de 1911 mostra o explorador norueguês Roald Amundsen na sua chegada ao ponto mais meridional do globo.

Lund descobriu a fotografia depois de analisar mais de 700 mil imagens digital dos arquivos da Biblioteca Nacional da Austrália. O historiador viajou ao país no começo do ano na busca da cópia original cedida pela família de Amundsen ao Museu Nacional da Noruega.
“Com tantas fotos antigas em nossa coleção foi quase um milagre poder encontrar esta tão valiosa”, disse Linda Groom, diretora da Biblioteca Nacional da Austrália.
Amundsen chegou ao Pólo Sul no dia 14 de dezembro de 1911 vencendo uma corrida de 34 dias contra o britânico Sir Robert Falcon. Em 2011 será completado 100 anos da chegada da equipe norueguesa ao Pólo Sul.
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Operários que trabalhavam perto do local onde funcionou o campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, encontraram uma garrafa contendo um bilhete deixado por prisioneiros dos nazistas há quase 65 anos.

Mais de 1 milhão de pessoas morreram no campo de Auschwitz
A garrafa estava escondida em uma parede de concreto no porão de uma escola abandonada que era usada como armazém pelos militares nazistas, a algumas centenas de metros de distância do campo de concentração.
Acredita-se que os militares tenham obrigado os prisioneiros a reforçar as paredes para também usar o local como abrigo antiaéreo.
Segundo um representante do Memorial e Museu de Auschwitz-Birkenau, a mensagem foi escrita a lápis em 9 de setembro de 1944. Nela, estão os nomes, as cidades-natais e os números de prisioneiro de sete detentos – seis poloneses e um francês.
“Todos têm idades entre 18 e 20 anos”, diz a frase final do bilhete.
Escondida
“Os autores eram jovens que estavam tentando deixar algum rastro de sua existência”, disse o porta-voz do museu.
Ele informou ainda que pelo menos dois deles sobreviveram à sua passagem pelo campo, mas não deu mais detalhes.
A mensagem deixada na garrafa teria sido escrita em um pedaço de saco de cimento.
Cerca de 1,1 milhão de pessoas morreram em Auschwitz sob o regime nazista.
A maioria delas era de judeus europeus, mas também havia poloneses não-judeus, ciganos e outros.
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Três aquarelas supostamente pintadas por Adolf Hitler foram leiloadas por 42 mil euros (cerca de R$ 111 mil) em Nuremberg, na Alemanha, neste sábado.

O leiloeiro Herbert Weidler afirmou que as telas foram vendidas a compradores que fizeram os lances por telefone. O quadro que retrata a cidade austríaca Weissenkirchen in der Wauchau alcançou 24 mil euros (cerca de R$ 63 mil).
As aquarelas assinadas datam de 1910 e 1911, quando o líder da Alemanha durante a Segunda Guerra morava em Viena e tentava a carreira de artista.
‘Qualidade modesta’
Segundo Weidler, a qualidade das pinturas é equivalente ao trabalho de “um professor de artes de cidade pequena que tenha aprendido a desenhar”.
Segundo ele teria dito a agência de notícias Reuters, as pinturas não revelam grande valor artístico.
Nos últimos anos, houve uma série de leilões das pinturas de Hitler.
Em abril, 13 do que se acredita serem pinturas do início de sua carreira foram vendidas em Shropshire, na Inglaterra, por mais de 95 mil libras (cerca de R$ 288 mil)
As telas, aparentemente, foram encontradas por um soldado britânico na Alemanha, em 1945.
Os leilões das pinturas de Hitler costumam ser controversos, com alguns questionando a autenticidade das obras e outros a moralidade de se lucrar com o trabalho de um líder nazista.
Weidler já havia leiloado outras obras de Hitler e teria doado sua comissão para um museu judaico.
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Um inglês que caçava objetos antigos no campo usando um detector de metais encontrou o que dizem ser a maior coleção de ouro anglo-saxão já descoberta na Grã-Bretanha. São 1,5 mil peças em ouro e prata, a maioria delas adornados com pedras preciosas, do século VII. O tesouro foi encontrado em julho, no condado de Staffordshire, no oeste da Inglaterra, pelo inglês Terry Herbert.


As peças estão sob a guarda do Birmingham Museum and Art Gallery, na cidade inglesa de Birmingham. Uma seleção com alguns dos objetos mais importantes vai ficar em exposição no Birmingham Museum entre o dia 25 de setembro até o dia 13 de outubro. Depois da exposição, a coleção segue para o Museu Britânico para ser avaliada por especialistas.
É impossível, no momento, saber ao certo a história do tesouro. Os especialistas suspeitam, no entanto, de que a história esteja repleta de drama e, possivelmente, sangue. O arqueólogo Kevin Leahy disse que a qualidade das peças indica que teriam pertencido à realeza anglo-saxã. ”Parece uma coleção de troféus, mas é impossível saber se o tesouro resulta de saques feitos após uma única batalha ou se foi acumulado ao longo de uma longa e bem-sucedida carreira militar. Não sabemos como acabou sendo enterrado naquele campo, talvez tenha sido um tributo aos deuses pagãos. Ou talvez tenha sido escondido por conta de uma ameaça muito real”.
Acesse o site do tesouro aqui.
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Da BBC Brasil.

Arte pré-histórica pode datar de 4 mil a 5 mil anos atrás.
Um arqueólogo amador descobriu nas montanhas escocesas exemplos de arte pré-histórica que poderiam datar de 4 mil a 5 mil anos atrás.
George Currie, um interessado na ciência da arqueologia, descobriu mais de 90 desenhos escavados em uma rocha na localidade de Ben Lawers, perto de Loch Tay, no centro da Escócia.
As marcas circulares, chamadas de “cup marks” pela semelhanças com as de uma xícara, compõem o grupo de arte pré-histórica observado principalmente no norte da Inglaterra e na Escócia proveniente do período Neolítico e da Idade do Bronze, de 5 mil a 4 mil anos atrás.
Alguns desenhos têm anéis ao redor, razão pela qual são chamadas de “cup and ring marks”. Linhas retas também foram escavadas na pedra.
Derek Alexander, arqueólogo da entidade escocesa de conservação e promoção do patrimônio natural e histórico do país, The National Trust for Scotland, disse que a descoberta surpreende pela “quantidade e a variedade” dos símbolos encontrados.
“Através tanto de pesquisas direcionadas conduzidas por arqueólogos profissionais quanto do trabalho de amadores dedicados, como George Currie, sabemos agora que Ben Lawers forma uma das maiores concentrações de marcas circulares e de anéis nas montanhas escocesas, o que indica uma paisagem muito significante na pré-história”, afirmou.
“Esta é uma descoberta interessante, porque mostra que ainda existe arte pré-histórica em rocha ainda a ser descoberta nas montanhas escocesas.”
Canta, ó deusa, a cólera de Aquiles, o Pelida(mortífera!, que tantas dores trouxe aos Aqueus
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— Homero |
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Fotografia aérea de Troia, Turquia
ANCARA (Reuters) – Arqueólogos encontraram restos de um homem e uma mulher que podem ter morrido por volta de 1200 a.C., na época da lendária guerra de Troia, disse nesta terça-feira o professor alemão Ernst Pernicka, da Universidade de Tubingen, que comanda escavações no sítio arqueológico do noroeste da Turquia.
Pernicka afirmou que os corpos foram achados próximos de uma linha de defesa dentro da cidade, construída no final da era do Bronze.
Isso pode ajudar a comprovar que a parte baixa de Troia no final da era do Bronze era maior do que se imaginava, alterando as percepções dos acadêmicos a respeito da cidade descrita na “Ilíada”, de Homero.
“Se os restos forem confirmados como sendo de 1200 a.C., isso iria coincidir com o período da guerra de Troia. Essa gente foi sepultada perto de um fosso. Estamos conduzindo um teste de radiocarbono, mas a descoberta é eletrizante”, disse Pernicka à Reuters por telefone.
A antiga Troia, na entrada do estreito de Dardanelos, relativamente próximo da zona sul de Istambul, foi encontrada na década de 1870 pelo empreendedor e arqueólogo alemão Heinrich Schliemann.
Pernicka disse que cerâmicas encontradas perto dos corpos, que estavam sem as partes inferiores, eram confirmadamente de 1200 a.C., mas que o casal pode ter sido enterrado 400 anos depois em um cemitério naquilo que os arqueólogos chamam de Troia 6 ou Troia 7, diferentes camadas das ruínas de Troia.
Dezenas de milhares de turistas visitam anualmente as ruínas de Troia, onde uma enorme réplica de madeira do famoso cavalo de Troia está exposta ao lado de várias ruínas escavadas.
(Por Ibon Villelabeitia)
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Nick Davies, um arqueólogo amador, que comprou seu equipamento de detenção de metais há um mês, em sua primeira aventura arqueológica, descobriu um vaso com pelo menos 10 mil moedas datando da Era Romana. As moedas foram encontradas na região na área de Shrewsbury, Shropshire, na Inglaterra. O Serviço de Museus do governo local acredita que as moedas tenham ficado enterradas por pelo menos 1.700 anos, já que foram cunhadas entre os anos 320 d.C e 340 d.C, no final do governo de Constantino I, quando o território inglês servia de zona de abastecimento de alimentos para o Império Romano. Na pilha, há moedas que comemoram o aniversário e a fundação de Roma e de Constantinopla. Juntas elas pesam aproximadamente 32 kg.
As moedas foram encontradas num grande e simples vasilhame de barro e enterradas no solo inglês. O topo do vaso já havia se quebrado mesmo sob a terra, ao longo dos anos, mas as 300 e poucas moedas que deslizaram para fora foram também recuperadas pelo arqueólogo amador. As moedas, aproximando em número 10.000, são todas de bronze. Algumas tem banho de prata. Elas eram conhecidas como NUMMI, e eram comuns no século IV da nossa era. É provável que essa grande quantidade de moedas enterradas faça parte do tesouro de uma comunidade, ou de uma única pessoa, mas devem ser o resultado de pagamento por uma ou mais colheitas. Só não se pode imaginar porque essas economias não foram retiradas do solo por seu dono.

O grupo de moedas e o jarro em que foram encontradas foram mandados para o museu Britânico para um exame detalhado do material encontrado. No museu, o processo de limpeza das moedas, separação daquelas que se fundiram umas às outras e classificação deve levar diversos meses. Até lá essa descoberta não estará acessível ao grande público.
Fonte: Shropshire Star
























