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Um dos edifícios mais altos do mundo – o Taipei 101, com 509 metros de altura e 101 andares – deve passar por uma extensa reforma no valor de US$ 1,8 milhão (cerca de R$ 3,09 mi), para se tornar o arranha céu ecológico mais alto do mundo.

Edifício deve se tornar arranha-céu ecológico mais alto do mundo
A administração do prédio, um marco de Taiwan, espera receber um certificado do programa americano Liderança em Design de Energia e Meio Ambiente (LEED, na sigla em inglês), o maior programa de certificados deste tipo e também o que mais cresce.
A corporação financeira de Taiwan, proprietária do prédio, anunciou o investimento nos próximos 18 meses para cortar o uso de energia e de água e diminuir as emissões de carbono em até 10%.
Para isso, deverão ser instalados novos e mais eficientes sistemas de energia e encanamento. A administração também pretende encorajar as 10 mil pessoas que trabalham no prédio a reciclar, manter o ar-condicionado a uma temperatura de 26 graus e usar o transporte público.
A administração também vai pedir aos ocupantes que comprem comida nos arredores, para cortar a emissão de carbono das entregas de refeições.
A vice-presidente assistente do Taipei 101, Kathy Yang, disse que o projeto deve gerar uma economia de US$ 615 mil (cerca de R$ 1,06 milhão) por ano e atrair como novos locatários empresas que desejam ser ambientalmente responsáveis.
“É realmente importante para a indústria da construção olhar para a questão ambiental, levá-la a sério”, disse Yang. “Então, queremos mostrar para o mundo que mesmo um edifício alto como o nosso pode começar a fazer isso, que podemos fazer o melhor para nos tornar um edifício ‘verde’.”
Como se fossem cidades verticais, os arranha-céus do mundo estão entre alguns dos maiores poluidores em zonas urbanas.
Construído em 2004, o Taipei 101 já foi projetado com algumas características de respeito ao meio-ambiente. O prédio coleta água da chuva, que é usada nas descargas e para regar seu jardim, e suas janelas, de duas folhas de vidro, ajudam a evitar que o calor do exterior entre no edifício.
Há cerca de 3.500 prédios em todo o mundo com certificado de ambientalmente responsável, mas a administração do Taipei 101 espera que ele seja o primeiro arranha-céu a obter o documento.
Via BBC Brasil
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Multinacionais europeias anunciaram a construção do maior projeto de energia solar do planeta: uma megausina solar no Deserto do Saara, no norte da África.

O projeto é politicamente correto. Empresas gigantes pretendem construir uma rede de produção de energia totalmente limpa, capaz de fornecer pelo menos 15% da eletricidade consumida em toda a Europa, além de suprir dois terços da demanda do norte africano e do Oriente Médio.
O plano batizado de Desertec teve o custo orçado em US$ 577 bilhões e utilizará uma tecnologia solar de última geração. Basicamente, serão usados espelhos para concentrar a luz do Sol sobre torres de energia, que irão produzir vapor, movimentando turbinas e assim produzindo eletricidade.
Todo calor excedente produzido durante o dia será armazenado em tanques especiais e utilizado no período da noite ou em dias de muita nebulosidade.
Especialistas sugerem ainda que a sombra dos espelhos poderia ser usada para plantação de espécies que normalmente não sobreviveriam ao intenso calor do deserto.
Estão envolvidas no projeto, grandes empresas como a Siemens, RWE e Deutsche Bank.
Foto: Painel Solar parabólico utiliza espelhos curvos para concentrar o calor sobre a célula de aquecimento. Crédito: Desertec-usa.
Via Apolo 11
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Turbina eólica flutuante
Acaba de ser instalada, na costa da Noruega, a primeira turbina eólica oceânica de grande porte. Localizada a 12 km a leste da cidade de Karmoy, a turbina tem um rotor com um diâmetro de 82 metros e será capaz de gerar sozinha 2,3 MegaWatts de energia.
A turbina eólica flutuante, chamada de HyWind, será conectada à rede elétrica do país e deverá servir como um laboratório de testes em escala real para a tecnologia de turbinas eólicas flutuantes. Ela começará a gerar eletricidade em Julho próximo.
Sem necessidade de fundações
Construir fundações para turbinas eólicas torna-se muito caro quando a profundidade oceânica supera os 50 metros, o que poderia limitar a exploração oceânica da energia eólica. Já a HyWind pode flutuar, tendo sido projetada para ser instalada em locais com profundidades entre 120 e 700 metros. O local onde a primeira HyWind foi instalada tem 220 metros de profundidade.
O mastro da turbina estende-se por 65 metros acima da linha d’água. Seu flutuador é construído em aço, indo até 100 metros de profundidade. Três cabos de aço ancoram a turbina eólica flutuante ao fundo do mar, para que sua posição se mantenha constante.
Um sistema avançado de controle permite que a turbina anule parcialmente os movimentos induzidos pelas ondas, mantendo-se mais estável, o que aumenta sua capacidade de geração de energia. A HyWind é um projeto conjunto das empresas StatoilHydro e Siemens.
Via InovaçãoTecnológica.com.br
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Aproveitar com eficiência a energia do vento é um dos grandes desafios dos países desenvolvidos comprometidos em encontrar fontes limpas e renováveis de energia. Um projeto dos EUA também pretende utilizar a energia dos ventos e para isso vai construir geradores eólicos na plataforma continental da costa leste.

Essa é uma corrida moderna em que os EUA estão bem atrás de outros países, entre eles a Inglaterra e Dinamarca, que desenvolvem trabalhos semelhantes há mais de 20 anos. “Estamos entrando em uma nova era de produção de energia. Uma era de energia limpa e sustentável”, disse o secretário do interior Ken Salazar.
Além de diversificar e ampliar a matriz energética, o projeto americano pretende reduzir significativamente a dependência do petróleo estrangeiro, vindo principalmente da Venezuela e oriente médio. Atualmente, Grã-Bretanha, Dinamarca e Suécia são os maiores produtores mundiais de energia elétrica gerada a partir dos ventos captados em alto-mar.
2 milhões de residências
Em estudo publicado em 2007 pelo periódico Geophysical Research Letters, o professor Willett Kempton, da Universidade de Delaware examinou o potencial dos ventos desde a Carolina do Norte até Massachussets, na costa leste dos EUA. Em seu trabalho Kempton concluiu que turbinas eólicas instaladas sobre águas de até 100 metros de profundidade poderiam gerar energia suficiente para abastecer até 1.5 milhões de residências com energia elétrica e alimentar mais de 6 milhões de veículos leves.
O projeto americano terá início com o mapeamento da velocidade do vento e outros fatores necessários de serem conhecidos antes de se erguer as torres sobre a costa leste, a 35 km do continente. Em seguida serão feitos testes em algumas turbinas antes que a construção do parque eólico seja feita em larga escala. Segundo o porta-voz do ministério do interior, Frank Quimby, todo o processo poderá levar mais de 10 anos até que os primeiros benefícios possam ser vistos.
Foto: Vista parcial do parque eólico de Rodsand II, na Dinamarca. A usina deverá entrar em operação em 2010 e produzirá 207 megawatts. Crédito: Rødsand II Wind Farm, Denmark.
Fonte: Apolo11
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Consórcio entre seis universidades representará o Brasil no Solar Decathlon Europe, competição de casas energeticamente autossustentáveis que será realizada pela primeira vez fora dos Estados Unidos.
Formado por seis universidades brasileiras, o Consórcio Brasil representará o país no Solar Decathlon Europe, competição universitária de construção de casas energeticamente autossustentáveis que será realizada em 2010.
Integrantes das universidades de São Paulo (USP), Estadual de Campinas (Unicamp) e as federais do Rio de Janeiro (URFJ), Minas Gerais (UFMG), Santa Catarina (UFCS) e do Rio Grande do Sul (UFRGS) decidiram unir forças para se tornarem mais competitivos no evento que será organizado pela Escola Politécnica de Madri, na Espanha.
Casa sustentável e viável
Para montar o projeto ideal, o consórcio fez um concurso interno, em que estudantes de arquitetura das seis universidades apresentaram projetos. O júri foi composto de professores das universidades brasileiras e representantes da Politécnica de Madri, entre eles o vice-reitor de Relações Internacionais Jose Manuel Páez. Foram escolhidos os projetos de alunos da UFSC, Unicamp e UFRGS como os três melhores.
Os projetos contemplam áreas como arquitetura, engenharia elétrica, civil e de materiais e iluminação e marketing. “Não se trata apenas de fazer uma casa sustentável, mas de pensar nela como algo que pode ser reproduzido facilmente na sociedade”, disse Adnei Meleges de Andrade, professor do Instituto de Eletrotécnica e Engenharia e responsável pelo consórcio na USP, ao USP Online.
Muito além da arquitetura
O Solar Decathlon foi criado pelo Departamento de Energia do governo norte-americano, em 2002, e a próxima edição será realizada em outubro, em Washington. A edição na Europa será a primeira fora dos Estados Unidos.
O decatlo solar tem dez critérios de avaliação, cada um com pontuações diferenciadas. Além das questões arquitetônica e de engenharia, contam pontos as instalações, balanço de energia, condições de conforto, funcionamento de equipamentos, inovação e sustentabilidade.
Comunicação, marketing, sensibilização social, industrialização e comercialização também são importantes, pois o projeto deve ser comercializável.
Fonte: InovaçãoTecnológica
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Apesar de várias empresas anunciarem a criação de prédios que utilizam a energia solar, até o momento esses lançamentos são mais mercadológicos do que exemplos substantivos de eficiência energética. Na maioria das vezes, há muita divulgação dos “prédios ecologicamente corretos”, mas pouca informação sobre captação e consumo reais de energia.
Agora o instituto de pesquisas norte-americano Woods Hole Research Center, especializado na área ambiental, lançou um novo projeto que permite justamente o acompanhamento público da eficiência energética de um “prédio verde”. A iniciativa deverá auxiliar arquitetos e engenheiros do mundo todo em seus próprios projetos.
A nova sede do Instituto incorpora uma série de estratégias alternativas de captação de energia. Para que a eficiência dessas energias alternativas possa ser mensurada e servir como base de comparação para outros edifícios, a entidade passou a disponibilizar em seu site todas as informações relativas ao consumo e distribuição dessa energia alternativa. Além das informações de monitoramento, o site disponibiliza também documentos sobre o projeto e a distribuição da energia.
Os dados são coletados em tempo real por cerca de 70 diferentes sensores, que medem fluxo da eletricidade, calor e fluidos (ar e água) entrando e saindo do prédio, assim como as condições ambientais locais.
“A Engenharia é, por natureza, muito conservadora – e se puder haver grandes ganhos no projeto eficiente e na especificação de sistemas mecânicos para sustentar o projeto e a criação de prédios realmente eficientes, a comunidade de engenharia necessita de dados de desempenho reais para fundamentar seus esforços. A face pública do nosso sistema de monitoramento é projetado para encorajar qualquer um para vir e explorar como a energia flui através de um prédio de projeto avançado como o nosso,” afirmou Joe Hackler, pesquisador do Instituto.
Dados do primeiro ano de operação mostram que o prédio consumiu 89.669 kWh anuais, dos quais 30.469 kWh foram gerados por painéis fotovoltaicos.
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![O estudo é o primeiro a verificar em alto nível de detalhamento os efeitos dos investimentos público e privado em energias limpas sobre a economia como um todo. [Imagem: European Comission]](http://esteeomeusangue.files.wordpress.com/2009/06/relatorio-biocombustiveis.jpg?w=181&h=142)
O estudo é o primeiro a verificar em alto nível de detalhamento os efeitos dos investimentos público e privado em energias limpas sobre a economia como um todo.
O estudo, que analisou o impacto das fontes renováveis de energia sobre a economia europeia, é o primeiro a verificar em alto nível de detalhamento os efeitos dos investimentos público e privado em energias limpas sobre a economia como um todo.
Impacto das energias renováveis sobre a economia
Os pesquisadores utilizaram diversos modelos econômicos para descobrir como as políticas de uso das fontes renováveis de energia afetam a economia e o emprego hoje, quais foram os seus impactos no passado, e como serão seus impactos no futuro, sobretudo em vista das exigências impostas pelas novas legislações, que impõem metas futuras para o uso das fontes renováveis de energia.
Os pesquisadores analisaram não apenas o próprio setor de energias renováveis, mas também o seu impacto em todos os setores da economia, incluindo os mercados convencionais de energia, o consumo doméstico e o setor de turismo, apenas para citar alguns.
A pesquisa comparou três cenários: um no qual os investimentos em fontes renováveis de energia são abandonados, outro nos quais eles são deixados ao ritmo comum do mercado, ou à própria sorte, e outro no qual esses investimentos são reforçados.
Os resultados mostraram claramente que é necessário que se invista mais nesses setores para se alcançar o potencial máximo de benefícios das energias limpas.
Tecnologias de energias renováveis
“O forte crescimento nos projetos de biomassa e nas fazendas solares em terra precisam ser mantidos, uma vez que são estas tecnologias as responsáveis pelos maiores efeitos de curto prazo na produção de energias alternativas, no emprego e no crescimento econômico,” diz o estudo.
“Tecnologias mais inovadoras, como a solar fotovoltaica, a energia eólica em alto mar, a eletricidade termossolar e os biocombustíveis de segunda geração exigirão maior suporte financeiro no curto prazo, mas são precisamente estas tecnologias que permitirão que se alcancem as metas futuras de uso de fontes renováveis de energia,” prossegue a pesquisa. A Europa tem uma meta de uso de 20% de fontes renováveis de energia em 2020.
Energia na geração de empregos
O estudo descobriu que, deixado à própria sorte, o setor de energias renováveis não conseguirá atingir a meta de 2020 – nesse cenário, os dados indicam uma participação projetada de 14% em 2020 e 17% em 2030. No cenário de reforço de investimentos na área, os dados indicam 20% em 2020 e 30% em 2030.
Em termos de geração de emprego, os pesquisadores projetam um ganho entre 115.000 e 201.000 novos postos de trabalho em 2020 e entre 188.000 e 300.000 empregos em 2030, isto no cenário moderado. Já no cenário de fortes investimentos, os ganhos giram entre 396.000 e 417.000 empregos em 2020 e entre 459.000 e 545.000 novos empregos em 2030.
Fonte: InovaçãoTecnológica
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O Empire State Building é um dos mais reconhecidos projetos arquitetônicos do planeta, e com essa reputação vem a grande responsabilidade de promover o interesse por construções autossuficientes.
A Iniciativa Clinton para o Clima pensa que tornar o Empire State Building um prédio “verde” seria uma poderosa ferramenta para o fomento de trabalhos que visem a sustentabilidade. A organização está com um projeto que pretende gastar $20 milhões para tornar o prédio autossuficente em energia.
“Todas as pessoas no planeta conhecem o Empire State Building”, disse Clinton. “Eu espero que esse sistema inovador aqui… se torne um modelo de como construir grandes prédios.”
Com isso, mais de 6.000 janelas serão substituídas por outras com melhor isolação térmica, a iluminação será provida por fonte de energia alternativa e será instalado um sistema de arcondicionado mais eficiente. De acordo com fontes, o Empire State gasta atualmente $11 milhões anualmente em custos com energia. Com as mudanças, esse gasto cairá para $4.4 milhões e, com isso, espera-se que as emissões de carbono sejam reduzidas em 105.000 toneladas em 15 anos.
“Esse ícone de Nova York está mostrando ao mundo que ser ecológico mesmo em meio a uma crise financeira traz benefícios ambientais e econômicos”, disse Clinton.
Via PHYSORG
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Ecologia, economia e estética unidos num só projeto: a Bio construção. A última moda em arquitetura e sem dúvidas um novo modo belissimo de viver e utilizar os tetos da nossa cidade, ajudano o ecossistema e combatendo a poluição.
A vida em cidades cada vez mais verticais, onde o espaço para o jardim ou a sonhada orta no quintal é cada vez mais dificil cria uma nova forma de como desfrutar o telhado dos arranha céus dos grandes centros urbanos de maneira mais criativa ambientalmente e ecológica.
Essa tem sido uma forte tendência em grandes metrópoles como New York, Vancouver, Tokio, Sigapura e até mesmo em cidades não tão cinzas, estive em Monte-Carlo (Monaco) e vi que anda fazendo por lá também.
A iniciativa além de, dar um charme e melhorar muito a vista panoramica desses mares de edificios, tem feito sucesso e as vantagens são inumeráveis para o meio ambiente, mas acima de tudo para a qualidade de vida humana.
(Respectivamente : Tokio, Vancouver, N.Y)
Via EcoTrends&Tips
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A empresa chinesa CONSOL Changzhou Energy Com lançou no mercado um novo sistema de aquecimento chamado “Balcony Style Solar Water Heater”. O sistema para aquecimento de água por energia solar foi especialmente concebido para residências modernas e seu uso integrado com energia renovável.
Segundo os projetistas, a separação entre o reservatório de água (de 200L) e o coletor solar melhora muito a aparência do prédio.
Via GoodCleanTech.
























