Rumo à Ouro Preto! – “Não há nada mais real do que um sonho e, se você for atrás dele, algo maravilhoso acontecerá!”
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Dia 22 de julho a lua passou diretamente na frente do sol causando um eclise solar total que foi avistado quase por metade das pessoas do planeta na China, Índia, Nepal, Bangladesh, Butão e Myanmar.
Foi o eclipse mais longo do século 21, durando 6 minutos e 30 segundos em certas áreas.
Apesar do céu anuviado em muitas áreas, milhões de pessoas saíram para presenciar este raro evento.
Confira abaixo algumas fotos.
Fonte: Boston.com
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A imagem de Che
A famosa foto de Che Guevara, conhecida formalmente como “Guerrilheiro Heróico”, onde aparece seu rosto com a boina negra olhando ao longe, foi tirada por Alberto Korda em cinco de março de 1960 quando Guevara tinha 31 anos num enterro de vítimas de uma explosão.
Somente foi publicada sete anos depois.
O Instituto de Arte de Maryland – EUA denominou-a “A mais famosa fotografia e maior ícone gráfico do mundo do século XX”. É, sem sombra de dúvidas, a imagem mais reproduzida de toda a história expressa um símbolo universal de rebeldia, em todas suas interpretações, (segue sendo um ícone para a juventude não filiada às tendências políticas principais).
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Por Gerald Thomas, na íntegra, de seu blog.

Claro que não: ameaças assim, se fossem verdade, acabariam virando presunto no East River ou em San Fernando Valley.
Não, não serei um daqueles que defenderá a tese de que aquela missão lunar era mais uma arma de propaganda na Guerra Fria contra os soviéticos na corrida do ouro pelo espaço! Não.
Afinal, I’m a proud American e tenho que estar orgulhoso de tudo aquilo. Mas… ok. Digamos que, mesmo com as sombras enganosas no chão, vindas de várias fontes (quando o sol seria a única) e tantos outros erros… No que deu aquilo tudo? No que dá o programa da Nasa, que custa milhões e milhões de dólares? Não sou contra, sou a favor. Inclusive gostaria de ser passageiro de um desses space shuttles.
Mas morreu Walter Cronkite. Esse, cuja voz atravessou todas as décadas. Foi a voz dele que ouvimos quando JFK foi assassinado e foi ele que chorou abertamente diante das câmeras da CBS News, assim como foi ele que repetiu as palavras de Armstrong “foi um pequeno passo para o homem, mas um enorme salto para a humanidade”. Cronkite, o pai dos âncoras americanos, não sobreviveu para ver esse dia, o dia da comemoração do Tanto Faz.

Fabi Gugli, em "Luar Trovado"
Sempre fomos obcecados pela Lua. Afinal, fica esse “negócio redondo” pendurado ali de noite, às vezes gigante e amarelo e misterioso e… perto. “Pierrot Lunaire”, de Arnold Schoenberg (foto acima) foi algo que montei, faz uns dois anos. Coloquei o cenário na lua, vendo a terra, assim como havia nos prometido na década de oitenta. Reagan, precisamente. Os presidentes com suas mentiras. “Teremos um entreposto na lua, onde as pessoas poderão passar a noite, e um shuttle disponível para passageiros”. O único progresso que tivemos na aviação foi um retrocesso: o único supersônico que voava comercialmente era o Concorde, e ele foi retirado de circulação. Estamos de volta aos vôos mais longos e desconfortáveis.
Ah, e o que mais? Do ponto de vista sociológico: Woodstock , realizado lá pelos dias 17 de Agosto de 1969, e mais três dias (ou seja UM MÊS após a pisada do homem na lua), representou muitíssimo mais no campo do comportamento, da conquista das nossas liberdades, etc. E custou bem menos. Ah, e aquilo aconteceu. Como eu sei? Porque peguei o último dia daquela lama deliciosa.

Walter Cronkite, o anjo americano
Walter Cronkite dizia que a coisa mais fácil é entrar numa guerra, a mais difícil, sair dela. Tendo se aposentado e passado o posto para o “durão” Dan Rather (que também já dançou), ele virou uma espécie de ‘father figure’, uma espécie de voz da razão para a América. Ou seja, o que Johny Carson era na comédia, Cronkite era na vida política. E era um extremo crítico do governo Bush.
Michael Jackson também não sobreviveu à data, já que ele foi o criador do “Moonwalk”.
Tom Wolfe estava certo: o mundo (the race: a corrida) pelo espaço é tão cínico quanto a fogueira das vaidades. “Quem ficou com os melhores alemães do terceiro Reich?” – referindo-se aos cientistas e “rocketmaniacs”, como Werner Von Braun, pai das V2 que bombardearam parte de Londres e outras partes da Inglaterra. Passada a guerra, ninguém estava interessado em gênio cientista nazista morto: queriam eles VIVOS!
A guerra fria estava em seu início. A disputa pelos “melhores alemães” estava acirrada. Os USA ficaram com Von Braun e por isso… a Lua? Talvez? Agora já estamos em Marte e temos um Hubble com tremendos problemas (mas fotos ótimas).
Entendo a nossa fascinação com o Universo. Claro que entendo. Morria de medo dos programas do Carl Sagan ( we’re just a billion of a billion of a billion of all this). Sim, somos, como diria meu mestre irlandês: uma “speck of dust”. Uma poeirinha. E olhamos o céu escuro, através de nuvens escuras e nos convencemos de que existem forças superiores e que teremos outras vidas e que não estamos sozinhos.
É isso. Acho que estamos em busca de irmãos. Somos os terrestres solitários. Mas se somos tão solitários, por que não somos mais solidários? Como “humanidade” não temos jeito! Não conseguimos um único dia de paz, seja em termos de terrorismo, de roubo, de sacanagem com o outro. Seja o mundo de mentira que despejamos sobre quem está em volta, ou as mentiras que recebemos de cima, criando esse iceberg que se derrete lentamente com o aquecimento Global.
Então é por isso? Tentamos achar alguém aí na imensa escuridão, que não acaba, para declarar guerra ou entendermos o que já fomos ou o que seremos? Ou para, finalmente, entendermos o quanto tempo perdemos brigando aqui nesse planeta? Coisa, aliás, que em Woodstock já havíamos descoberto em três dias de pura paz e amor.
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Multinacionais europeias anunciaram a construção do maior projeto de energia solar do planeta: uma megausina solar no Deserto do Saara, no norte da África.

O projeto é politicamente correto. Empresas gigantes pretendem construir uma rede de produção de energia totalmente limpa, capaz de fornecer pelo menos 15% da eletricidade consumida em toda a Europa, além de suprir dois terços da demanda do norte africano e do Oriente Médio.
O plano batizado de Desertec teve o custo orçado em US$ 577 bilhões e utilizará uma tecnologia solar de última geração. Basicamente, serão usados espelhos para concentrar a luz do Sol sobre torres de energia, que irão produzir vapor, movimentando turbinas e assim produzindo eletricidade.
Todo calor excedente produzido durante o dia será armazenado em tanques especiais e utilizado no período da noite ou em dias de muita nebulosidade.
Especialistas sugerem ainda que a sombra dos espelhos poderia ser usada para plantação de espécies que normalmente não sobreviveriam ao intenso calor do deserto.
Estão envolvidas no projeto, grandes empresas como a Siemens, RWE e Deutsche Bank.
Foto: Painel Solar parabólico utiliza espelhos curvos para concentrar o calor sobre a célula de aquecimento. Crédito: Desertec-usa.
Via Apolo 11
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A Libação dos Portadores – Ésquilo
Ó, o tormento produziu na raça humana,
o opressivo grito da morte
e a pulsação que atinge a veia,
a hemorragia que ninguém pode estancar, a mágoa,
a maldição que nenhum homem pode suportar.
Mas há uma cura dentro da casa,
e não fora dela, não,
não de outros, e sim deles,
da briga sangrenta deles. Cantamos a ti,
deuses negros debaixo da terra.
Agora ouvi vós, poderes bem-aventurados debaixo do solo – respondei o chamado, enviai ajuda
Abençoai as criança, dê-lhes agora o triunfo.
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“Quem pode negar que o homem possui quase o mesmo gênio que o Autor dos céus? E quem pode negar que o homem também poderia, de algum modo, criar os céus se obtivesse os instrumentos e o material celeste, pois até agora o faz, se bem que com um material diferente mas ainda segundo uma mesma ordem?”
escrito por Marsílio Ficino no século XV, extraído de: HELLER, Agnes. O homem do Renascimento. Lisboa: Presença, 1982.
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Um Grande Salto para a Humanidade!
A chegada do Homem à Lua foi sem sombra de dúvida uma das maiores conquistas concebidas pelo engenho humano. Foi a coroação de uma história repleta de descobertas e experimentos que começou com os chineses há mais de 700 anos e continua até os dias de hoje com as fantásticas missões que nos fascina cada vez mais.
Depois de Armstrong e Aldrin, apenas 10 homens tiveram o privilégio de colocar os pés na Lua e caminhar em sua superfície, mas as lições deixadas pelo Projeto Apollo mostram que são os sonhos que impulsionam os Homens e nos faz ir muito mais além.
De 1969 para cá muita coisa mudou.
Em 1969 não se imaginava que as naves Voyager existiriam e até ultrapassariam os limites do Sistema Solar, nem que mais de 200 planetas além do nosso Sol seriam descobertos em tão pouco tempo. Também era impensado que uma Estação Espacial seria construída com a colaboração de duas nações até então inimigas e imaginar que a China seria uma potência espacial era algo completamente fora de cogitação.
Realmente, de lá para cá muita coisa mudou, mas aquela vontade de ir um pouco mais além parece que não deixa mesmo os homens sossegados. Vira e mexe tem sempre uma sonda indo até Júpiter, Saturno e Plutão, mas a impensada colonização de Marte ainda continua sendo apenas um grande sonho. Um sonho? Mas afinal, não é disso que precisamos?
Começa a maior aventura do Século 20.
Há exatos 40 anos, no dia 16 de julho de 1969 às 10h32 pelo horário de Brasília, começava a mais fascinante aventura realizada pelo Homem. Foram 8 dias que empolgaram milhões de pessoas ao redor do mundo, que testemunharam com os próprios olhos a maior conquista do Século 20: a chegada do Homem à Lua.

Naquele dia a Apollo 11 levantou voo da conhecida plataforma 39-A de Cabo Canaveral, na Flórida, em meio a uma gigantesca nuvem de fumaça produzida pelos poderosos motores do Saturno 5, o maior foguete até hoje construído. A gigantesca máquina de 110 metros e 2900 toneladas ganhou altura e em poucos minutos já atingia a órbita terrestre.
No topo do foguete, acomodados no interior do Módulo de Comando, três astronautas iriam entrar para a história: o piloto de testes Neil Armstrong, o piloto da força aérea Edwin ‘Buzz’ Aldrin e o piloto de combate Michael Collins. Até aquele momento nenhum Homem havia colocado os pés na Lua, mas para tirar o brilho da missão os soviéticos lançaram três dias antes a Luna 15, que deveria ir à Lua, recolher rochas e retornar à Terra.
Foram precisos quatro dias para vencer os 385 mil quilômetros que separam a Terra da Lua. A viagem parecia uma eternidade e a cada dia superado a aflição dos telespectadores aumentava. No centro de controle da missão, em Houston, no Texas, os controladores checavam diversas vezes os cálculos e a posição da Apollo 11. Nada podia dar errado.
Os dias foram emocionantes e não havia quem não desgrudasse os olhos da TV e os ouvidos do rádio. A contagem regressiva estampava as principais manchetes dos jornais e a viagem do Homem à Lua era o principal assunto entre as pessoas.
Confira abaixo fotos da viagem: (créditos – Nasa e Apollo 11)
Via Apolo 11 (adaptado)































































































